Por: Pedro Henrique Leal | 14/02/2018

A transição da coleta de lixo para o Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto (Samae) começou marcado por desentendimentos e erros de registro, como noticiado por O Correio do Povo em janeiro deste ano. Agora, um mês depois, ainda restam algumas poucas queixas – foram apenas cinco no mês de fevereiro – e o serviço toma ares de normalidade.

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Segundo o órgão, janeiro foi um mês de correções e adequações, resolvendo algumas incorreções de mapeamento e registro de propriedades – algumas estavam sendo cobradas como tendo múltiplas unidades residenciais ou como unidades comerciais que não operavam mais. Ao longo do mês passado, a autarquia trabalhava para corrigir estes erros no sistema, causados em grande parte pela pressa na adequação do serviço – foram apenas 30 dias para passar a gerência do serviço para o Samae.

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Apesar da correção no sistema, ainda há quem tenha recebido faturas com erro no mês de fevereiro, como é o caso do eletricista Alexandre dos Santos Chiamenti. Entre a fatura recebida no mês e a disponibilizada no site, uma diferença de R$ 53,35; Ainda com o erro de janeiro, que contava um estabelecimento comercial que não operava desde 2013, a fatura impressa continha erros na cobrança tanto da tarifa de lixo quanto na tarifa básica de água,  e somava R$ 101,22. A correta, disponibilizada pelo site, somava R$ 47,57. “Eu tive que ir lá reclamar várias vezes e fiquei preocupado de cortarem minha água enquanto esperava a fatura corrigida”, diz. O problema foi resolvido após contato com a autarquia.

Segundo a autarquia, quem ver erro na fatura do mês deve se dirigir ao Samae para revisão da fatura e correção e verificar pelo site da autarquia a segunda via da fatura, devidamente corrigida, depois que a correção tiver sido solicitada e processada. O Samae informa também que se encontra a disposição para esclarecimentos e dúvidas, destacando que devido ao período de férias algumas queixas levaram mais tempo do que o normal para serem resolvidas.