Em 1937, no dia 6 de setembro, o prefeito Leopoldo Augusto Gerent sancionou a Lei nº 55 que estabeleceu o ponto central da cidade junto a primitiva estação ferroviária, na antiga Avenida Independência que, depois de alargadas as ruas, mudou de nome para Getúlio Vargas. Veio o dia 4 de outubro de 1941, a data de inauguração do prédio que abrigaria a Prefeitura e o Fórum, no governo de Leônidas Cabral Herbster, tendo à frente a antiga Praça da Bandeira, que passou a chamar-se Angelo Piazera em homenagem ao doador das terras destinadas ao prédio da administração municipal. E nela o novo Marco Zero da cidade, lembrando a confluência das quatro principais ruas do Centro: Marechal Deodoro, Marechal Floriano Peixoto, Getúlio Vargas e Procópio Gomes de oliveira.        O Marco Zero é o ponto de referência do centro do município, onde se localiza a latitude (a distância da linha do Equador até o Centro do município), a longitude (a distância do meridiano de Greenwich até o Centro do município) e a altitude (a elevação vertical acima do nível do mar até o Centro da cidade). Quem implantou o Marco Zero de Jaraguá do Sul foi o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, em 1941, com a lei municipal 552, através do agente de estatística Emilio da Silva. É representado por um bloco de concreto de cerca de meio metro de altura, de forma semipiramidal, tendo incrustado, no topo, uma minúscula moeda riscada em cruz (provavelmente os quatro pontos cardeais). Está localizado na Praça Angelo Piagera, em frente ao prédio da antiga Prefeitura, hoje Museu Histórico Emilio da Silva. Em 25 de julho de 2003, ele foi revitalizado, se destacando com mais três símbolos importantes para Jaraguá do Sul: a bandeira, o brasão e o hino integrando a Rosa dos Ventos, visualizada no chão, onde demarca os pontos cardeais.       A revitalização do Marco Zero com a criação da Rosa dos Ventos foi uma sugestão dada por Amadeus Mahfud, serventuário da Justiça. Já a homenagem aos criadores dos símbolos municipais foi idéia do ex-diretor da Fundação Cultural, Sidnei Marcelo Lopes, na gestão do prefeito Irineu Passold. Sidnei pediu à arquiteta Suzana de Souza um projeto, destacando a colocação de mais quatro arcos de pedra bruta (granito), onde foram fixadas quatro placas de vidro, com os símbolos do município: Bandeira, Brasão e Hino de Jaraguá, homenageando os autores , Eugênio Victor Schmöckel, Moacyr Silva (Cilo), Rudolfo Francisco Hufenüssler e Alcesti Berri. O trabalho é do artista plástico Paulo David da Silva (Paulico), do pedreiro José Osmar Klein e o do técnico em agrimensura, Mosart Freitas da Rosa, na confecção da Rosa dos Ventos e dos quatro marcos históricos. (Fonte: Museu Histórico Emílio da Silva)

Efetivo da PM
Em 17 de dezembro de 1965, pela Lei nº 3.766, o governador Celso Ramos estabelecia o efetivo da Polícia Militar do Estado para o exercício financeiro de 1966. Com um total de 3.726 homens, sendo 156 oficiais, 11 aspirantes a oficial, 83 alunos dos cursos de formação e preparação de oficiais, 977 praças graduados, 2.378 soldados, 105 civis contratados, 11 civis credenciados e 1 assessor jurídico do comando geral. A Justiça Militar seria composta de um auditor, um suplente de auditor, um promotor e um advogado privativo.

Taxa anual
Pela Lei nº 3766, de 12 de abril de 1972, o prefeito de Massaranduba, Ivo Bramorski estabelecia novo valor da Taxa de Licença anual para localização de estabelecimentos comerciais, industriais e profissionais, alterando a tabela de valores da Lei nº 9, de 1971 (Código Tributário do Município). As indústrias de pequeno porte passariam a pagar taxa anual equivalente a 60% do salário mínimo vigente à época. Que era de Cr$ 268,80 (cruzeiro).

 

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